Ribalta 


Flores que vêm.

Flores que vão.

Vejamo-las ou não,

elas se vêm e vão.

E a terra é um vasto floritério... 


Assim, os homens e animais:

a fila dos que vêm

(metáforas de barro...),

a fila dos que vão

(metáforas de brisa...). 


Entre um sorriso e uma lágrima,

a vida — velha demiurga —

ensaia os seres e as coisas... 


E tudo existe porque existir 

é a beleza lúdica do Cosmo.

LA

                             



 
Laerte Antônio Views: 25

Código do texto: 820297d61aa9f8bd12c0c6e11ff90280                  Enviado por: Laerte Antônio em 11/09/2017

Compartilhe este texto com seus amigos   
 
  
  

Copyright © 2017 Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.

 
Ler Comentários [0]


 Escrever comentário

 
Sobre o autor
Laerte Antônio
Casa Branca, SP, Brasil


 Ver mais textos deste autor