Sou livre tal qual o vento
Que sibila na pastagem
Tal queda de cachoeira
Ou trepadeira ramagem;
Tal o pássaro que canta
E a teus ouvidos encanta
E os sentimentos reagem.
-
Sou livre para criar
Momentos de amor e paz
Amor aos rios, aos ventos
A esta vida que me apraz,
Arranjar uma companheira
Pra viver a vida inteira
Sem nunca voltar atrás.
-
Sou livre para correr
Co’os filhos pelas veredas
Até a lua nascer...
Peço - te então que intercedas,
Oh, vida, depois concedas
O fim da longeva idade.
Num leito às margens do rio
Deixa descer este frio
De uma eterna liberdade!

Benedita Azevedo
Praia do Anil, 04/07/2014
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Enviado por: Benedita Azevedo em 23/07/2014
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Sobre a autora
Benedita Azevedo
Magé, RJ, Brasil


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